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1.12.09

Lima 3.0

"Lima colou tantos post-its sobre seu texto que, agora, é um livro só de post-its. É uma nova narrativa!"

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Essa a afirmação do coletivo arquitetônico Supersudaca é parte de um estudo sobre a apropriação urbana da cidade nos últimos anos. Ao mesmo tempo, Lima 3.0 se mostra um estudo sobre pessoas na medida que compara a urbanização tardia com movimentos imigratórios.

Mais de 80% da área urbana de Lima tem menos que 40 anos e nesse mesmo período a população imigrante (e seus filhos) passaram a representar mais de 80% dos habitantes (influenciador óbvio na quadruplicação da população total, no mesmo período).

Mais do que o caos urbano exemplificado pela repetição da construção desorganizada de pequenos blocos habitacionais que seriam a princípio temporários, Lima é caracterizada por uma mescla de pessoas e culturas vivendo juntas e, por sua vez, formando uma outra cultura.

Alguns dirão que é a Cultura Chicha. Outros dirão que é como qualquer cidade latino-americana alvo de colonização, com seus bairros típicos. Eu direi que é a construção de um povo único.

pic by anaisanais

16.4.09

In The Butt

Hilário projeto de intervenção anarquista open source que prega "Because everything's funnier. In The Butt". Um sticker disponibilizado no tumblr do projeto, te ajuda a participar, recriando mensagens publicitárias.

Subversão inteligente.



7.3.09

Quando a arte ajuda o comércio?

Exemplo inspirador que acontece no Reino Unido. Com o boom de lojas vazias no centro comercial de Stroud, a duas horas de Londres, as vitrines agora servem como galerias, onde artistas expõem seus trabalhos.

Em constante renovação, as ruas do centro comercial da cidade atraem mais pessoas, que invariavelmente ajudam o comércio local comprando alguma coisa, que mantém empregos, que mantém a economia da cidade aquecida, num ciclo virtuoso criativamente mantido pela arte.

9.2.09

Autópsia urbana

A yellow arrow indica que alguém demarcou o local ou objeto, mandou um SMS para gerar um código único e relacionar um conteúdo.

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Daí eu estou andando pela rua, reconheço a seta, mando um SMS com o tal código único e recebo o poema, a música, o game, foto ou texto (...) que alguém relacionou ao indicado.

É como fazer a cidade virar aqueles livros que quando a gente abre, um cenário é montado. E as setinhas servem para articulá-lo.

Ou as autópsias literárias de Brian Dettmer.

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Pra quê tudo isso?
Just to 'make your lives extraordinary, boys'.