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5.6.09

Né?




"Toda a seriedade da vida advém de nossa liberdade. Os sentimentos que aprimoramos, as paixões que nutrimos, as ações por nós deliberadas, assentadas, executadas, enfim, o que vem de nós e o que é só nosso, isso é o que confere à vida seu aspecto às vezes dramático e geralmente grave."

Bergson, em O riso.

Quando falamos de liberdade, não sobre ela, confundimos com valor. Por exemplo: só percebemos o valor da nossa liberdade quando a perdemos. O que não tem nada a ver com a tendência do humano civilizado de capitalizar o efêmero. Mas tem a ver com os medos. A única coisa da qual a liberdade deixa livre é do medo. O medo sim tem valor, pois é moeda social. A abdicação ou abolição dos medos civiliza, insere. Ou seja: liberta.

Logo, quem tem cú, tem medo.

7.4.09

Geração de Criminosos



"Ninguém pode deter a tecnologia; o que eles podem é criminalizá-la. Isso nos torna uma geração de criminosos."


Desde o Napster até o recente julgamento do Pirate Bay, a (já velha) briga sobre Direitos Autorais e Pirataria é uma das coisas que mais me fascina quando falamos sobre novas
tecnologias, compartilhamento e o valor das ideias versus consumo.


Como ainda não encontrei uma forma legítima de expressá-la sem comprometer a mim ou àqueles que me cercam, fico feliz em ver casos como RIP: a remix manifesto.
Um documentário idealizado por Brett Gaylor em episódios que, além de discutir e sinalizar casos ridículos de processos contra escolas infatis que usam O rato no uniforme,
pede a NOSSA contribuição.

A cada novo capítulo, somos convidados a interferir e remixar o filme. No final, teremos (Brett Gaylor, eu, você...) RIP: a remix manifesto 2.0, uma experiência em opensource incrível.

Today we're going to make a mashup...