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5.12.09

Good Copy Bad Copy



Good Copy Bad Copy, A documentary about the current state of copyright and culture (Cópia Boa Cópia Ruim, um documentário de 2007 sobre o estado atual dos direitos autorais e da cultura), é um documentário dirigido por Andreas Johnsen, Ralf Christensen e Henrik Moltke, que aborda a relação entre direitos autorais e cultura no contexto da Internet, do compartilhamento de arquivos peer-to-peer e outros avanços tecnológicos.

O filme levanta questões delicadas relativas a copyrights e propriedade intelectual e apresenta interpretações tanto do ponto de vista dos ciberativistas entusiastas da cultura do Remix, quanto dos defensores dos direitos autorais. Retrata, com exemplos objetivos, o quão tênue é a linha que separa a experimentação musical das condutas consideradas ilegais e levanta discussões a respeito da abrangência das leis de direito autoral, quem são os reais beneficiários dessa legislação, e qual é, de fato, o propósito dos copyrights.

A questão central do filme é a de que a criatividade em si está em jogo e é necessário encontrar um equilíbrio entre os dois lados da questão: proteger os direitos daqueles que detêm copyrights e também o direito das gerações futuras de poder criar.

Com duração de 59 minutos, O filme apresenta entrevistas de várias pessoas com diferentes perspectivas sobre o assunto, incluindo advogados, produtores e artistas, e examina as diversas formas com que os direitos autorais vêm sendo abordados nas produções culturais em diferentes partes do mundo.


Documentário na íntegra:

25.4.09

A Imagética da Libertação

A dinâmica da sociedade de consumo é uma das coisas mais perversas desses tempos hipermodernos. Assim como Danilo Martuccelli, eu acredito na evidência de que os problemas que a sociedade não consegue resolver, as questões que não consegue elucidar, voltam para o indivíduo, e assim ele terá a responsabilidade de responder e solucionar sozinho - sem ajuda, sem repertório e sem tecnologia pra isso.

É algo do tipo:

"Olha só, inventamos um monte de realidades mentirosas e alternativas, e incutimos uma série de idéias em vocês, mas fodeu... Se deu tudo errado, não prevíamos isso, logo, não saberemos resolver. Seremos obrigados a nos eximir de responsabilidade pelos efeitos nocivos, contrários e colaterais. Desculpaê."


Como profissional de planejamento (e co-criação), tenho algumas regras morais muito claras em relação a isso. São diretrizes pessoais e intransferíveis, e estão inseridas no contexto de uma agência challenger e libertária como a CUBOCC, mas me dão tranquilidade de, no final do dia, não foder a psique e a realidade do consumidor com idéias impossíveis. Eu nunca falo o que as pessoas querem ouvir para escapar à dureza da vida, nem as iludo com motivos para preencher lacunas existenciais. O que me proponho a fazer é dar subsídios, por meio de estratégias de comunicação, para as pessoas resolverem criativamente a questões que meus produtos podem ser parte da solução. 50% depende de esforço pessoal, onde o consumidor é agente indispensável para a mudança.

Se criamos imagens e ideários impossíveis para pessoas que buscam fazer parte deles, algo está muito errado. Falar sem ter espaço para o discurso acontecer é patético. Felizmente parece que vários segmentos de indústrias que se baseiam no imagético para existir estão questionando isso. Artistas, estilistas e revistas também estão aderindo a isso, mostrando o poder da diversidade como elemento de questionamento e, consequentemente, de mudança.

Obra Plástica de Camilo Barreto


A belíssima atleta-atriz-modelo Aimee Mullins


Murray Vern para Pure Magazine (2008)


Foto presente na Black Book Magazine (2009)

Helmut Newton retrata a modelo Nadja Auermann na série 'The Empowered Woman' - Vogue (1995).

Obra Plástica de Camilo Barreto (2008)

Foto de Diana Scheunemann (2009)


Romain Kremer & Renata Veras - Primavera/Verão 2009

Foto de Oleksiy Maksymenko (2008)

Audrey Blouse da coleção Wheeliechix Chic (2009)

Catherine McNeil para a Vogue francesa (2008)

Quando surgem iniciativas como Britain's Missing Top Model, temos uma bela oportunidade para questionarmos esses padrões e ideais utópicos que envenenam nossa individualidade e espontaneidade. 8 garotas lindas, mas com o detalhe de serem portadoras de algum tipo de deficiência, estão numa disputa para um ensaio fotográfico e capa para a Marie Claire britânica pelas lentas do mestre Rankim. Kelly Knox foi a vencedora:

Tá mais que na hora de criarmos imagens que nos ajudem na libertação de conceitos nefastos como esses que vivemos atualmente. É possível mudar... é só querer.

Inspirado em post do blog Trend de la Creme.

19.3.09

Ah, os anos 70

Poliester.
Disco Music.
Nylon.
Blaxploitation.
Viscose.
Studio 54.
Rayon.
Gallery.
Jérsei.

Editoriais e anúncios de moda masculina coletados por JimmyHarmless em revistas Playboy, edição norte americana, no ano de 1973.

















27.2.09

Toys chapados. Literalmente.

Quando algumas pessoas chapam sozinhas, elas se divertem com seus brinquedos. Daí elas percebem que não tem muita graça a loucura solitária, então convidam seus brinquedos para participar.





Mais exemplos no site da Coed Magazine.

3.2.09

Hail Hitler, Hey Obama?

Momento de instabilidade + crianças fazendo a campanha.
Tem gente que diz que a História já viu isso.





"all barack obama needs is a mustache."




"The following video is approx 4 minutes. In the first 3:30 it shows kids being propagandized by Barack Hussein Obamas supporters. The last 30 seconds shows the 'hitler youth' being propagandized the same exact way."